sexta-feira, 1 de julho de 2016

Como organizar a rotina de sono do bebê.

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Segundo especialista, a partir dos 6 meses já é possível criar hábitos para o sono.

O sono é um dos principais desafios para quem tem um bebê em casa. Entretanto, com um pouco de disciplina e paciência é possível criar uma rotina para a hora de dormir e ter noites mais tranquilas para toda a família. “Os pais costumam achar que a criança deve entrar no ritmo deles, e não é assim. É preciso ter paciência para que tudo dê certo”, ressalta o pediatra Gustavo Moreira, especialista em medicina do sono, do Instituto do Sono (SP).
A partir dos 6 meses já é possível criar uma rotina que favoreça bons hábitos de sono para a criança. O segredo para o sucesso está na constância. Ou seja, a rotina deve ser repetida todos os dias, de maneira igual.
De acordo com o médico, tudo deve começar ao anoitecer. Neste momento, é fundamental diminuir os estímulos e criar um ambiente agradável, propício ao sono, evitando barulho e claridade. Se um dos pais costuma chegar neste horário em casa, é ideal fazer atividades mais tranquilas com a criança para que ela não desperte. Uma sequência que costuma funcionar é tomar banho, vestir o pijama, e colocar a criança no berço para que ela adormeça sozinha, mas com os pais por perto. Uma música mais calma ou uma historinha costumam ajudar.
“A preparação deve começar assim que escurece e o ideal é que a criança durma antes das 21h, pois este é o período que biologicamente sentimos mais sono. Depois disso, a criança volta a ficar alerta e fica mais difícil para ela adormecer”, explica Moreira.

Soneca
Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, dormir durante o dia não atrapalha o sono noturno dos bebês e crianças pequenas. Pelo contrário,  até os 4 anos, as famosas sonecas são fundamentais para uma boa noite de sono, já que,  diferente dos adultos, por não saberem lidar com a situação, as crianças tendem a resistir a dormir quando estão muito cansadas, ficando irritadas e chorosas.
Durante o dia, é importante que o bebê tire suas sonecas com a menor alteração possível no ambiente, o que significa que a claridade deve ser mantida, bem como o ritmo da casa. A providência ajuda eles a entender que o sono do dia é diferente do da noite, o que facilita a adoção de bons hábitos para dormir.
Além disso, diz Moreira, para as crianças maiores de 6 meses,  o ideal é que a última soneca aconteça por volta das 16 horas, evitando assim, interferências no sono da noite.

As consequências da falta de sono
No geral, nos primeiros 2 meses, os bebês costumam dormir de 16 a 20 horas por dia. Esse número tende a diminuir com o passar do tempo, chegando a 13 horas quando a criança completa 1 ano de idade. As 8 horas recomendadas para um adulto, contudo, só serão atingidas por volta dos 18 anos.
No primeiro ano de vida é comum a criança acordar várias vezes durante a noite para se alimentar ou buscar o aconchego dos pais. O sono constante só deve ocorrer por volta dos 3 anos.  Apesar disso, ao desconfiar que a criança não está dormindo o suficiente, perceber que ela está roncando, ou fazendo apneia (parada respiratória, devido à obstrução das vias aéreas) o médico deve ser consultado, visto que a falta de sono pode trazer consequências desagradáveis.

“A criança que dorme pouco ou não dorme bem pode apresentar problemas de comportamento, como irritação, agressividade, hiperatividade e desatenção. Em casos mais graves, pode haver até alterações no crescimento”, finaliza Moreira.


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